No dia 3 fiz 33 anos.
Tinha planos para esse dia. O mais importante era que fosse um dia calmo, sem pressas, sem stresses, sem correrias. Depois que fosse um dia para mim, em 1º lugar, e para os outros, os meus, apenas em 2º. Sim, pretendia ser egoísta nesse dia (mas convenhamos que senão é neste dia...pelo menos tinha uma boa desculpa J ).
A coisa correu bem. Não como eu esperava, não foi tão meu nem fui tão egoísta assim, mas correu bem. Foi meu o suficiente.
Não foi o festejo do ano passado – junto ao rio Zêzere e sob o sol da Serra da Estrela, com almoço e lanche, muitos jogos, muito divertimento e muita descontracção (o tipo de festa que me dá muito gozo organizar) – mas soube muito bem juntar a família (possível) na minha (renovada) casa à volta de uma “Floresta Negra”.
Comecei o dia cedo, a sentir em pleno a manhã de sábado, com os raios do sol a aquecerem a minha cara, com serenidade. E terminei o dia sentindo-me acarinhada pelos que estavam junto a mim, fisicamente ou não.
O que senti, o que sinto, ao olhar para este dia, é algo que serve para a vida, pelo menos para a minha: que a felicidade se encontra na simplicidade. Não sei se “apenas se encontra”, “se também se encontra”, ou se outra coisa qualquer, não interessa. O que interessa é apenas isso:
A FELICIDADE ENCONTRA-SE NA SIMPLICIDADE.

Nenhum comentário:
Postar um comentário