domingo, 18 de outubro de 2009

Aceitar e entregar

À medida que fui crescendo enquanto cristã e mulher, e também graças a um movimento a que pertenço, fui descobrindo Maria, mãe de Jesus. Vejo nela um verdadeiro exemplo.
Não de resignação, de não se questionar, até de mulher pouco inteligente. Não. Mas sim de algo que, para mim em particular, considero muito difícil: aceitar, entregar, e ficar em paz com isso.
Ou seja, mesmo que não compreenda na totalidade o que me é apresentado, ter a coragem de aceitar e de entregar, de me entregar, e conseguir ficar pacificada.
Neste dia que se revelou de graça, quero pedir para mim também esta graça: aceitar, confiar e entregar-me em paz.

Lc 1, 28-38
E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres. E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras, e considerava que saudação seria esta. Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. (...) E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.(...)
Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.

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