Não de resignação, de não se questionar, até de mulher pouco inteligente. Não. Mas sim de algo que, para mim em particular, considero muito difícil: aceitar, entregar, e ficar em paz com isso.
Ou seja, mesmo que não compreenda na totalidade o que me é apresentado, ter a coragem de aceitar e de entregar, de me entregar, e conseguir ficar pacificada.
Neste dia que se revelou de graça, quero pedir para mim também esta graça: aceitar, confiar e entregar-me em paz.
Lc 1, 28-38
E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres. E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras, e considerava que saudação seria esta. Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. (...) E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.(...)
Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.

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