quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Trabalhar e Cuidar na Europa: Portugal como "intermédio"

"É “difícil” caracterizar Portugal – chegou tarde ao Estado-providência e só há pouco aprofundou “políticas de apoio à família, maternidade e infância”. Uma coisa, porém, parece certa aos autores do estudo Trabalhar e Cuidar na Europa, que hoje é apresentado em Lisboa. "É “difícil” caracterizar Portugal – chegou tarde ao Estado-providência e só há pouco aprofundou “políticas de apoio à família, maternidade e infância”. Uma coisa, porém, parece certa aos autores do estudo Trabalhar e Cuidar na Europa, que hoje é apresentado em Lisboa. Ninguém como as portuguesas valoriza tanto a vida profissional como a vida familiar.(...)
Uma ideia clara: “De forma transversal, na Europa, as mulheres assumem posições mais modernas e igualitárias. Não perdendo a sua posição de cuidadoras, afirmam-se na disponibilidade de sacrificarem a sua carreira profissional ou tempo de trabalho para o bem-estar da família, mas não para benefício dos homens – o seu lugar no mercado de trabalho é indiscutível.” (...)
Portugal integra o grupo de países “intermédios”, com a Áustria, a Estónia, a França, a Alemanha, a Irlanda, o Luxemburgo, a Eslováquia, a Eslovénia, a Espanha, a Suíça e o Reino Unido."
No Público online de 26-11-09Ninguém como as portuguesas valoriza tanto a vida profissional como a vida familiar.(...)
Uma ideia clara: “De forma transversal, na Europa, as mulheres assumem posições mais modernas e igualitárias. Não perdendo a sua posição de cuidadoras, afirmam-se na disponibilidade de sacrificarem a sua carreira profissional ou tempo de trabalho para o bem-estar da família, mas não para benefício dos homens – o seu lugar no mercado de trabalho é indiscutível.” (...)
Portugal integra o grupo de países “intermédios”, com a Áustria, a Estónia, a França, a Alemanha, a Irlanda, o Luxemburgo, a Eslováquia, a Eslovénia, a Espanha, a Suíça e o Reino Unido."
No Público online de 26-11-09

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